Desde que tomou posse no segundo mandato que a prefeita de Guarabira, Fátima Paulino (PMDB), luta para não perdê-lo. Ela é alvo de processos que tramitam na zona eleitoral de Guarabira e no Tribunal Regional Eleitoral. Em todos é acusada de crime eleitoral, e sua cassação é pedida.
Num desses processos, segundo o advogado da coligação adversária de Fátima (foto), Cláudio Cunha, a defesa da prefeita pediu prazo de 60 dias para juntar documentos. Porém, afirma, não cumpriu. O tempo esgotou-se em 13 de dezembro de 2009.
O advogado da impetrante – Léa Toscano, ex-prefeita e concorrente da atual prefeita em 2008 – quer a aplicação de multa a Fátima, pois entende que ela pediu prazo para apenas procrastinar, evitando a sentença mais célere, “por temer ser cassada”.
O processo em questão é o das taxas de alvará de construção. Segundo documentos nos autos, elas foram dispensadas aleatoriamente durante a campanha eleitoral.
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FONTE: Blog do Célio Alves
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